Plataforma de streaming gratuita conta com 52 títulos no catálogo e faz parte do projeto Energia do Bem, de combate à pandemia da Covid-19.

A plataforma PoloAudiovisual.TV (http://www.poloaudiovisual.tv/), serviço gratuito de streaming, já conta com 52 produções audiovisuais brasileiras exibidas e terá estreias nas próximas semanas, em uma inciativa da Energisa para promover produções nacionais. O projeto integra a frente de cultura do movimento Energia do Bem, iniciativa liderada pela Energisa, que já doou R$ 8 milhões a ações de combate à pandemia de Covid-19 e seus impactos sociais, econômicos e na área da saúde.

O catálogo do Polo inclui 13 longas-metragens, 30 curtas, duas séries, sete videoclipes e quatro espetáculos de dança e orquestra. Dentre os títulos disponíveis, destacam-se “Humberto Mauro” (2018), dirigido por André Di Mauro; “Redemoinho” (2016), de José Luiz Villamarim, com Cássia Kiss, Dira Paes, Irandhir Santos e Júlio Andrade; “Introdução à Musica do Sangue” (2015), de Luiz Carlos Lacerda, com Bete Mendes, Greta Antoine, Armando Babaioff e Ney Latorraca; “Quase Samba” (2013), de Ricardo Targino, com Mariene de Castro, João Baldasserini e Otto. O site também conta com mostras especiais dos cineastas Marcos Pimentel, com sete documentários do cineasta, e de Elza Cataldo, com cinco obras ficcionais e documentais.

“A crise provocada pela pandemia afeta a todos e, para a Energisa, as pessoas vêm em primeiro lugar. Por isso, aliamos nosso investimento histórico em cultura à necessidade do cenário atual, em que a arte é fundamental para atravessarmos este momento”, afirma a vice-presidente de Gente & Gestão do Grupo Energisa, Daniele Salomão.

“A participação do Grupo Energia sempre foi vital para realizarmos as atividades do Polo Audiovisual, gerando alto impacto social. O momento torna ainda mais importante o apoio à cultura, tanto para quem vive do audiovisual quanto para os espectadores”, diz Cesar Piva, diretor do Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais.

Os filmes mais assistidos até o momento foram “A vida é coisa que segue” (2019), curta de ficção dirigido e roteirizado por Bruna Schelb, cineasta natural de Cataguases e cuja obra foi contemplada na 4ª edição do edital Usina Criativa de Cinema com R$ 30 mil; o premiado longa “A Família Dionti” (2015), do diretor carioca Alan Minas;  além de “O Menino no Espelho”, inspirado em livro homônimo de Fernando Sabino. Também foi um sucesso a exibição de “Maria do Caritó” (2019), do diretor João Paulo Jabour, protagonizado por Lília Cabral e que ainda não estreou no circuito comercial.

Próximas estreias

Em agosto estreou o documentário “Vai Manter a Tradição”, dirigido por Carlos Fernando Cunha, sobre a cena do samba em Juiz de Fora (MG). Nas próximas semanas entrarão em cartaz “Luneta do Tempo”, com direção e atuação de Alceu Valença, com Hermila Guedes e Irandhir Santos; “Correndo Atrás”, de Jeferson De, com Aílton Graça, Lellê, Juliana Alves, Hélio de la Peña e Lázaro Ramos; e “Levante de Bela Cruz”, um documentário dirigido por Elza Cataldo sobre o evento também conhecido como Revolta de Carrancas, realizado por escravizados em 1833, numa fazenda mineira.

Par 2021 já estão confirmados “As Órfãs da Rainha” dirigido por Elza Cataldo, com Leticia Persiles, Rita Batata e Camila Botelho;  “A Queda”, dirigido por Diego Rocha, com Gracindo Júnior e Daniel Rocha; “Aos Pedaços”, de Ruy Guerra, com Simone Spoladore e Chris Ubach; “Predestinado – Arigó e o espírito do Dr. Fritz”, de Gustavo Fernandez, com Danton Mello e Juliana Paes; e “Derrapada”, de Pedro Amorim, com Nanda Costa, Matheus Costa e Luís Miranda.

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